Os odores que o vento traz…
Memórias e fantasias ao inspirar. Cada passo deixa uma pegada e os trilhos desenhados,
são marcas do futuro. O esqueleto cresce sozinho de um projeto cuja arquitetura
se desconhece, mas não se desdenha. O tempo também não se decifra, acontece.
O compasso que delimita o segundo
é o mesmo que detem a imagem numa fotografia, admira-se de tão irreal ser a estátua do momento.
Nunca foi, é. O movimento existe perene, renova-se e persiste. Por maior que seja a ambição de agarrar uma nuvem, a sua inquietude, apesar de leve, não permite.
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