Hoje decidi arrumar (um bocadinho) a prateleira. Sem
obsessões, é saudável e imprescindível, viver num ambiente “desanuviado”. Pois
bem, achei que este blog precisava disso mesmo, de levar uma "arejada"! Para que
isso acontecesse, mudei-lhe o visual e (não satisfeita) limpei algumas
mensagens que me pareciam descontextualizadas. Mas porque o que escrevo tem, pelo
menos para mim, um significado e propósito, optei por não as deitar ao lixo. Coloquei
separadores.
Criei um novo blog (disponível do lado direito) que não vou atualizar por
obrigação, pelo contrário, como cada mensagem surge de um desejo quase
compulsivo, só tenho de a encaixar no sítio certo quando isso acontecer. Até!
Não me poupo em nada, ferido, para chegar a você. Você minha tortura, meu fogo, sendo triturado no moinho do seu desejo, amassado no seu capricho, Assombrado pela tua violência. Me converto em pão para saciar tua fome, ou melhor em forca, para matar o teu desejo. O meu orgulho é tanto como o meu prazer. Sou o pedestal da sua vida, o seu suporte, o seu prazer, sou simplesmente as suas memorias..
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