Tinha medo do escuro. Agora procuro a luz, sabendo que no
trajeto passo por corredores sem ela. O
frio não faz esquecer o calor que me espera.
O sacrifício é peregrino que almeja um bem maior.
(A utilização da 1ª pessoa aqui não é mais do que uma
questão prática na tentativa de transmitir a consciência coletiva – pensamentos
do antes e do agora, 38 anos de distância que colidem num tempo paralelo, o da imortalidade dos valores isentos de época e de costumes.)
Sem comentários:
Enviar um comentário