quarta-feira, 25 de abril de 2012

Tempos que se cruzam, mentalidades que urgem


Tinha medo do escuro. Agora procuro a luz, sabendo que no trajeto passo por corredores sem ela. O frio não faz esquecer o calor que me espera.

O sacrifício é peregrino que almeja um bem maior.



(A utilização da 1ª pessoa aqui não é mais do que uma questão prática na tentativa de transmitir a consciência coletiva – pensamentos do antes e do agora, 38 anos de distância que colidem num tempo paralelo, o da imortalidade dos valores isentos de época e de costumes.)

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