Procuro o amor em que acreditei.
Tinha uma crença profunda e agora resta a esperança de que fosse verdadeira.
Essa esperança faz-me errar, faz-me ver o amor em caras feias, espíritos
moribundos. Procuro o seu conforto e plenitude (embora fuja das suas amarras) e
por isso confio em braços abertos. Mas esses braços deixam-me cair…
Magoo-me e levanto-me em busca de um novo
abraço.
Sem comentários:
Enviar um comentário